Anecdotes autistes...é o verão!
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Thursday, September 20, 2007

Hospoda Tchèque

Je les aime beaucoup mais je les crains aussi. C’est un endroit dans lequel j’aimerais pouvoir aller sans que l’on me voit. UN bar qui fait aussi restau, mais pas du tout Fancy le bar. Des tables en bois bien solides, de la musique des années 80, les tableaux accrochés aux murs souvent assez pittoresques. Une brume dans l’air, de cigarette et d’années 80 aussi. Bar qui remplit sa fonction première, à savoir qu’il sert aux clients de la bière, mais aussi de la bouffe. Et c’est ceci qu’il y a de joli, et que nous n’avons pas en France. Des bars qui servent de vrais repas de bouffe. Si, peut-être les brasseries-bars pas loin de gares, mais j’y vais jamais. Mais ça a un peu de cela. Ce n’est pas exactement pareil, et il y en a partout. C’est comme-ci la boisson était tellement importante ici, que les bars assurent aussi les autres fonctions vitales,

Quand on rentre dans une hospoda, tout de suite les gens savent que tu n’es pas de leur monde. le profil n’inclut pas les femmes, ou elles se font rares. En tous cas, dans la dernière où je suis allée, j’étais la seule femme de tout le bar. Ils ont la cigarette au bec, ont tous plus de 35 ans, même si je pense que la moyenne d’âge est bien au-dessus. Il ont TOUS une tête de pilier de comptoir, un peu rougeauds, un peu fatigués, le regard vide, et très intéressés par la TV de Sport.

Donc, tchèque ou pas, ma génération n’y va pas beaucoup, d’où l’effet tâche.

Le second effet tache, c’est quand tu comprends pas. C’est pour cela que cet amour des hospodas est mêlé de crainte. Car les serveurs aussi assurent le service, ce qui est le principal c’est que les clients soient servis. Le petit plus, et le petit mot sympa du serveur, c’est pas pour ici. Donc l’autre fois, j’étais stressée parce que je commande une bière, et le mec m’amène la « Jidelní Lístek », le menu, je regarde, et je captais rien. En plus tout était écrit en caractères gothiques ou à la main pour le menu du jour, et je captais pas trop. Le serveur revient, pas le temps de faire une revue de TOUS les mots inconnus dans mon  dico, et il avait la bille de son stylo déjà apprêté, sur la feuille de son bloc-note, il attendait que j’ouvre la bouche pour parler.

Je voulais du goulaš. Il n’y en avait pas. De la soupe. Non plus (c’est très courant, tu demandes un truc, y en a plus, et ça peut-être le cas pour plusieurs plats. Alors, éventuellement, le serveur prend son bic et raye sur le menu ce qu’ils n’ont plus. Le mieux quand ceci arrive est de demander : qu’avez-vous alors ? )

J’ai regardé dans un moment de désespoir les mots qui s’enchaînaient sur le papier sans avoir un sens pour moi. Et je me suis raccrochée a celui qui sonnait enfin : Smáženy sýr. Oui, c’est du fromage pane, un classique. Je n’avais pas envie de cela, mais il attendait le gars. Et il était pas du genre a dire, alors aujourd’hui, nous avons ceci et cela, je vous recommande cela, et tel plat a tel et tel ingrédient. Non. NO WAY. Donc j’ai dit: Smáženy sýr. J’avais commande ce que je comprenais. C’était délicieux (souvent le cas, aussi dans les hospodas. J’y vais quand j’ai faim et veux manger un bon vieux plat de bouffe comme chez Mamie, pour le prix du restau U) Si je ne veux pas grossir trop vite, je dois apprendre plus de vocabulaire.


Wednesday, June 13, 2007

HOY

Um dia de me dar conta do meu mapa interior. Hoje a noite, decidi não fazer nada. Quero dizer, não sair. Descansar, e fazer as minhas coisas.

Como sempre, meu quarto é uma bagunça e deixo o tempo passar sem agir. Então dormi um pouco, por estar morte de cansaço, e comecei a conversar na net, no tel, arrumando os papeis.

E aqui se constroi o meu mapa, muito fácil. Qual mapa é a pergunta ?

Essa história de mapa vem de umas reflexoes e pensamentos que tive com a flávia. Consiste em juntar, numa lista todos os seus centros de interesse, e partir daí colocar essas palavras descrevendo suas cordas vibrantes num mapa, como um mapa geográfico, mas em vez de anotar Paris ou Bangkok, pode anotar pintura, radio, e sei o que lá. Entre cada nome, pode até imaginar pontes, por que existem possibilidades de juntar, combinar esses interesses.

Mas volto a contar essa noite. Comecei por ligar pro Guillaume querido : ele gosta muito dos soms e ja passou horas gravando um abelhão, ou o mar. « mostrei » meus soms pelo tel, de quando fui de reportagem na montanha com minha chefe e um colega, ontem. Gravei o som de um rio, da agua, com o meu microfone as 10 centimetros da agua. Gravei o som de cabras balindo, até tussindo ! também o som das gotas caindo dentro de uma gruta, e enfim, os sinos das vacas nas montanhas, e o som de uma vaca masticanado ervas. O som ta bem fundo bem fieil ao que eu ouvi. Também tenho entrevistas, mas foram esses soms que eu fiz escutar pro Gui.

O radio faz parte do meu mapa. Com o som, a música (toquei e gravei música também, mas não vamos pesar no mapa dos interesses, pois não vale a pena, minha música, só eu tenho direito de ouvir, não sou orgulhosa…)

Estava guardando o monte de papeis que tem no meu escritorio. E como nuncca sei como guardá-los, vejo se não tem pontos em comum entre os papeis que quero conservar. Abri então hoje a noite uma pasta « mulher » pra botar todas as folhas sobre assuntos feministas, ou de saúde, que recuperei em diversos lugares onde fui. Guardando, reparei que tem os projetos pra meu programa de radio sobre qual fico pensando : a partir do dia 1 de julho terei minha meia hora no radio, cada dia….e coloco o que eu quero. Por isso vou fazer algo sobre os estrangeiros em Grenoble, como lidar com as novas lea integração…enfim, o assunto da imigração : valeu uma segunda pasta.

Dois outros assuntos pro meu mapa :

O fato de ser mulher, esse orgulho mas também todas os reflexoes que vão junto

A imigração, a diferença (é vinculado ao meu interessissimo pra as outras culturas, a observação dessas diferenças). Por consequencia a integração, como funciona meu pais, um assunto que me toca. Até que ponto somos (ou não) acolhedores aqui, chez moi.

 

Falando desse programa de radio : tive uma idéia hoje, conversando com Janaina e seu marido (Janaina estudava portugues comigo). Pro meu programa, queria fazer um minuto por dia (me dei conta que devie ser ao redor de 45 segundos para não ficar chato) onde convidariaa um estrangeiro, amigo, ou contato, que leria um poema na língua dele. Quer dizer que o ouvinte não entende, mas ao mesmo tempo, não dura muito tempo, é so se deixar embarcar num somzinho na música de um poema de outros cantos.

Penso nas minhas colegas persas, e amigo argeliano, os tchecos que conheço, ingleses, e sei lá mas quem…mas é um jeito de encontrar mais gente.

 

Gosto das línguas, já reparei faz tempo, mas esse interesse também se manifestou hoje.

Continuando a luta contra a quantidade de papeis ( já começo a exagerar)  uma pasta foi necessária pra botar papeis sobre cinema, filmes a ver, é um outro media. E menos aprofundado esse interesse, hoje fui gravar textos em portugues para meu professor, gravamos, assim fomos filamdo eu e janaina e Carlos, e percebi que gosto, mesmo se não pratico muito. Sei que no final é o som que me atrai mais para « fazer » mas tocar imagem, pra conhecer, seria uma experiencia legal. De qualquer forma, imagem para ser espectadora, é um interesse de sempre. Imagem de filme, ou foto, claro…

 

Foi essa idéia que veio na minha cabeça : hoje a noite, pequenos acontecimentos me mostraram, com claridez os meus maiores interesses, através das idéias que troquei com os amigos, e do que vejo ao redor de mim, do que me deixa empolgada.

 

Pela internet, conversei com a Flavia, que talvez vai obter pra mudar de trabalho, numa Ong feminista. Acho demais da conta, pois faz parte de umas idéias que expus para ela quando ele veio aqui em janeiro. Sabe, dentro dos meus interesses, a questão da mulher blablabla…e ela cai no caldrão assim. Achei super legal : accessoria de imprensa na área das mullheres. Isso aconteceu logo depois de ter aberto a pasta « mulher ». Na verdade, na pasta escrevi « mulherismo » mas não sei se já quer dizer algo ou não por isso não osei botá-lo ali.

 

Para terminar, Flavia pareceu gostar da ong radio onde poderiamos explorar o nosso potencial, pois uma mulher do seu (futuro ?) trabalho falou que ela tem mais potencial do que eles podem oferecer para ela. Sei onde fica o potencial o mais poderoso : na sua criatividade. Explorá-la diferente que pra várias coisas, não é crime mas é positivo.

 

Talvez não cabe aqui, mas o « fazer projetos » ou pelo menos essa vontade minha, « passer àl’acte » é um interesse meu, atualmente, to na onda de querer agir, e não ficar com essas idéias na mente sem materializá-las, mesmo que seja só um pouco.

 

No mapa então :

Questão das mulheres, imagem/foto/filme, radio óbvio, línguas textos, litteratura, estrangeiros/diferença, outras culturas…claro, me comunicar, e escrever.

E dormir

Voilà, fiquei feliz de me dar conta disso, de uma vez só, e como tenho vários interesses, hoje a noite, os mais importantes sobresairam, em práticas, nos meus pensamentos, através das idéias com outra gente. Indentificados, vamos utilizá-los então !

Novocaine…for the soul

Fiquei contente com essas perspectivas também.

B


Sunday, May 13, 2007

Ja ouvi falar de voce

Ja aconteceu comigo algumas vezes. Hoje passei um tempo num squat, invasao de casa que ninguem usa, onde tinha se organizado um evento chamado "ladyfest", sobre mulheres, questoes de genro e tal. e um festival de uma semana. Um clima especial, bastante meninas punk (ate me achei regular demais neste lugar), sempre gente simpatica, lugar comunitario, um jardim com muita gente, a luz chegando da rua entre as arvores e o muro, um gato andando no muro com uma sombraa sobresaindo !
passei la com uma amiga, ficamos um tempo, e decidi depois de ter mostrado para ela como se utiliza uma mooncup ( na rua, ate gente nos perguntou o que que era) de ficar no squat para jantar. Tinha encontrado gente conhecida.
fiquei la, e comecei a conversar com um lindo que jantava ao mesmo tempo. ele mora em Dresden, Alemanha. E foi uma coincidencia, por que uma amiga minha tinha me contado que um amigo dela morava la, amigo com quem ela morou num squat. Entao de repente falei para ele : "ah, ja ouvi falar de voce!!" Perguntei se ele conhecia uma certa Magali, e era bem o mesmo cara, morando em Dresden, ela ia me dar seu contato, pois planejo viajar para Dresden enquanto estarei em Praga. Adoro essas coincidencias. Conversamos de fontes, e da minha capacidade de acha-las, e ate me deu o nome de um cara que poderia me dar mais informacoes sobre essa mina contribuicao.
Gostei !
e preciso dormir agora
B.


os tres ultimos meses em Grenoble.sei la se vou ficar comovida de sair, cada dia me pergunto a esma coisa. vamos ver. estou num periodo de tempo, de radio, de eu-so-quero-passar-tempo-com-quem tambem-quer, ou seja eu nao chamo as pessoas para sair, periodo de eu-vou-fazer-tudo-que-nunca-tenho-tempo-de-fazer, enquanto so tenho tres meses, apenas na minha frente. to a beira do meus 24 anos, sem ter organizado nada para comemorar, ficando particularmente agoniada com a minha colega de republica utilisadora e bangnceira (muito mais od que eu) faltando de respeito a um ponto nunca visto na minha quizena de republicas...
enfim.
ao mesmo tempo estou bem. ontem dia de conversa com Aurelie a filha da namorada de Eric do ptit velo, conversamos bastante sobre monte de coisas, inclusive o como viver sendo mulher, com tudo que tem atras, a nossa necessidade dos homens neste desenvolvimento, etc.
passo tempo com outras pessoas do que de habito...soiree com Laurie outra vez foi bem divertida, terminando num squat com show de rock metalurgico...conversas la com gente desconhecida, e tambem Jana, querida tcheca bem legal, calma e interessante.
Uma grande reflexao sobre o que fazer ja que temos uma resistencia a organizar para proteger gete do novo governo.
B
 


Sunday, April 01, 2007

about nOthing

Why am I Internet addicted? I just understand when I consider the whole dimension of possibles that exist via Internet, I just feel anyone should just have the RIGHT to acces this web freely instead of being rubbed by stupid huge companies.
For me it's a kind of web that opens doors, gives an open to the whole world, especially in the fact that it lets me get in touch with (nearly) anyone I want, even far away, and arrange some ways to keep going with an easy contact : anytime you feel like giving news, receiving some, finding an information, visiting someone or chatting, it's possible. I like the idea, and this communication access belongs today to my personal thinking, organization, and possibles.
Mmmmh. Nothing very deep, an idea flying around.
Might be the "night film" effect, the "I'm at home" effect, the "I should sleep" one? CTC/B



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